Último vídeo desse semestre que faço pra faculdade, fala sobre se existe comunicação online e offline, se são mundos separados ou é tudo a mesma coisa.
Fato é que não são a mesma coisa, mas interagem e fazem parte do mesmo mundo. Toda a comunicação de ambos… Bem… É comunicação! Integrar online e offline é dever do comunicador, pois as pessoas estão cada vez mais usando tanto meios off quanto online. O importante de tudo isso é acertar o público onde quer que esteja. Se está online, vamos online. Se estão on e off, vamos em ambos. Tudo isso é muito lógico, mas muitas vezes falta verba e/ou raciocínio por parte de agências e/ou do cliente.
Hoje estava no Mercado Público de Porto Alegre e presenciei pessoalmente o primeiro flash mob dançante da cidade. Foi bem legal! 14min com 15 ritmos diferentes de Macarena! Foi divertido Gravei e editei um vídeo, assista no Vimeo! Ou no YouTube, abaixo.
Tudo isso do Grupo Gaia. Segunda-feira faço upload da versão bruta do vídeo
Coincidência ou não, a Bibi também está com um vídeo interativo. Você deve guiar o garoto até a casa do seu amigo* chutando o caminho correto.
A primeira vista é mais bobo que o do Toy Story Mania!, mas atrelado a uma promoção – participantes podem ganhar um Wii e 5 skatenis – e com uma execução mais esmerada, achei melhor. Visite o site da promoção.
*isso me lembrou aqueles livros de RPG para se jogar sozinho.
Vídeos interativos no YouTube já não são novidade. Tem aquele do Wario Land: Shake It! que todo mundo viu… Mas a Nintendo deve ter pago uma fortuna. A Disney, por outro lado, resolveu criar um vídeo interativo de uma forma mais econômica.
Sim, o jogo é feito de links dentro do próprio vídeo, 100% grátis. Não funciona direito, mas foi bem criativo.
Dirigiu-se a seu templo, no final de semana. Lá, ela era o ídolo, centro da atenção. Sacerdotes aninhavam-se ao seu redor para dar-lhe as ricas, perfumadas e saborosas oferendas.
O usual era rotineiro: Primeiro, uma recepção carinhosa. Normalmente sem perder tempo já desembarcava uma oferta “Deusa, deseja café, chá ou água?”. “Claro, café”. “Açúcar ou adoçante?”. “Duas gotinhas de adoçante – sou Deusa, mas preciso cuidar da forma”. Depois disto, mais perguntas. “Quer fazer como da outra vez?” – dizia o cabeleireiro, que normalmente replicava – “Sim, entendo”. Após vinha a lavagem de cabelo e então, finalmente, o corte. Este era o momento mágico, onde os papos mais distantes e enche-linguiça poderiam aparecer enquanto tiras de cabelo desapareciam. Posteriormente, o sempre chato pagamento precedente à saída, com o típico “Bom final de semana!” à porta.
Todavia, num sábado gelado e ameaçador tudo parecia diferente. Tadeu, o cabeleireiro, não foi receptivo como de costume. Parecia abalado. Ofereceu, claro, o de costume, mas não da mesma maneira. Veio então com uma bandeja e dois mini copos de café. “Era açúcar ou adoçante?”. Deusa, de repente, sentiu um frio na espinha. Tadeu esquecera de sua preferência. Como isso era possível? Deusa não sabia, mas o estado de Tadeu mostrava-se cada vez mais evidente conforme o atendimento prosseguia. O silêncio durante as tesouradas era constrangedor; Deusa não sabia o que fazer, estava inquieta diante daquela situação bizarra.
Estava tocando uma música dos Pet Shop Boys. Deusa não foi capaz de conter-se: “Tu sabias que esta música está na nova novela?”. “Como?” cuspiu o esteticista, em um rápido reflexo. Deusa, então, vexou-se do que disse. Como poderia puxar um assunto tão tolo? Agora não era mais possível retornar nem contornar. Era necessário seguir o assunto adiante. Por cerca de cinco minutos o assunto rendeu frutos, e Deusa pensou que Tadeu tinha certa simpatia por novelas, assim como ela. Mal sabia ela que Tadeu detestava novelas; seus ideais Marxistas espetaram a cliente com tridentes de aço flamejante.
Consequentemente o silêncio só foi temporariamente bagunçado pelo ruído do secador de cabelos. O clima de tensão entre os dois só teve fim quando o corte terminou e o cabeleireiro mostrou o resultado de seu trabalho para a cliente chateada com o serviço. Consentiu e dirigiu-se ao caixa. “Quarenta Reais, Deusa.”. Neste momento ela pensou em pedir um desconto, já que parte do serviço não fora prestado. Anulou a ideia na mente e pagou sem reclamar, mas saiu pela porta de vidro para nunca mais voltar: fora traída por seu servo mais fiel.
Sim, o Google está mais próximo de dominar o mundo. Ele acabou de abrir a versão de testes do Google Wave, um aplicativo que tem a pretensão de destruir tudo o que já existiu na internet de redes sociais, mensagens (instantâneas e e-mail) e creative commons para sugar tudo para dentro do Google Wave.
Ok, exagerei, mas nem tanto. O Google Wave realmente é pretensioso. Vai unir troca de informações na internet, substituir e-mails, mensagens instantâneas, administração de fotos, redes sociais e utilizar aplicativos em tempo real.
Você pode se inscrever para as 100mil vagas disponíveis para participar do desenvolvimento. Eu já me inscrevi, apesar de não crer que possa ser escolhido. Acha que sou pessimista? Preferiria dizer realista. Mais de um milhão de pessoas já se inscreveram. Clique no símbolo acima para ver um vídeo explicativo e inscrever-se!